quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

The Dark Knight Rises - O negócio tá ficando interessante!!


A cada notícia fresquinha que surge sobre o novo filme do Batman ,é certeza que o mundo nerd fica em polvorosa,e a última não foge à regra,pois foi capaz de matar dois coelhos com uma 'caixa-d'água' só: confirmou-se a especulação de que teremos a Mulher-gato no filme e que o brutamontes Bane também dará o ar da sua ignorância,lá pra julho de 2012. Os atores,inclusive, já foram escolhidos.

Pra quem já tava fazendo aquela macumbinha safada pró-Angelina Jolie,so sorry,é  um alento saber que a felina será vivida pela competente e "uh-lá-lá!" Anne Hathaway,enquanto o bombado - que partiu o morcegão ao meio nas HQ's - terá o mediano Tom Hardy como o seu intérprete. O personagem é bem menos complexo que o tal Hugo Strange que tanto falavam que ficaria à seu cargo,dificilmente ele não dará conta.

Esse Jack Black sabe das coisas!
Ainda tem muita água pra rolar debaixo dessa ponte,então é bem provável que nenhum desses personagens tome pra si o protagonismo do filme. Parece que o (Christopher) Nolan tá seguindo à risca o esquema engendrado nos dois Batmans anteriores,escalando coadjuvantes de envergadura moral pra dar aquele apoio, enquanto um vilão 'chutabundeante' carrega a dianteira. É o fecho da trilogia,todo cuidado é pouco pra que o que beira o ideal não se transforme em mais um 'Homem-aranha 3',embostando tudo. 
Pessoalmente,eu gostaria muito que fosse o Charada,ou o 'simpático' Pinguim,que,ao lado do Coringa,são os mais muthafuckas da galeria vilanesca do morcego. Mas pra interpretá-los,nada de figuras do naipe de Johnny Depp,né? Se é pra celebrizar o elenco,no máximo um Phillip Seymour-Hoffmann pra fazer o gordinho mafioso com algo que vá além das caras e bocas.

Se esse FAKE já ficou foda...
Que tipo de Mulher-gato e Bane sairão dessa bagaça,heim? Não tenho a menor dúvida de que esse será o filme de 2012, se as previsões Maias não nos liquidarem antes.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

O carcaju que veio do Oriente...


Salve, salve rapaziada
Ontem estava garimpando no Baixe de tudo, quando encontrei o novo desenho do Wolverine.
Essa nova produção foi lançada este ano é em estilo anime. Assisti o primeiro episódio e posso adiantar que é muito bom.
Se liguem nas cenas:

A história é baseada na fantástica minisserie Wolverine lançada na década de 80. Essa mini foi roteirizada pelo Chris Claremont (na época em que ele sabia escrever) e ilustrada pelo mestre Frank Miller. O anime é realmente espetacular. O traço japonês caiu como uma luva na trama. A dublagem original e os créditos também estão em japonês. Há boas doses de ação, com destaque no confronto entre Logan e Yashida Shingen. Não espere ver personagens manjados como Ciclope, Dentes de Sabre, Magneto ou Jean Grey, eles não dão as caras, o que torna a história melhor, pois deixa de lado aquela novela mexicana de "por que o mundo odeia mutantes?". Não, isso não acontece. O que acontece é Wolverine no melhor de sua forma: rasgando, matando, destruindo. Tudo aquilo que não foi mostrado nas versões anteriores (inclusive no filme) você verá aqui.
Esse com certeza é o melhor trabalho feito para o velho canadense nas telas.

Relembrando as versões anteriores:

Essa aqui é fodástica. Passava na Globo e foi através dela que meio mundo conheceu a mutantaiada. A formação era bem bacana: Ciclope, Jean Grey, Wolverine, Vampira, Fera, Gambit, Tempestade e a aborrescente pentelha Jubileu. Além destes, vários membros fazem aparições, além de quase toda a galeria de vilões.

Tem a versão Malhação que passa no SBT. Apesar de muita gente gostar, acho X-Men: Evolution um saco. Muitas histórinhas babacas, romancinhos água com açúcar, personagens maçantes. Fica a dúvida: se o Instituto Xavier é uma escola, então por que raios os X-Men vão para a escola Mojica Marins?
E por último, temos Wolverine & os X-Men que passava na Record. Esse é mediano, muito melhor que o Evolution (como se fosse difícil ser nelhor que aquela tosquera) mas não chega perto da versão original. Nessa trama, Wolvie reune e lidera os mutantes. O traço é meio tosco e as histórias mais ou menos. O nome da série deve ter sido inspirado em antigas bandas como Bill Halley & the Comets ou Renato & seus Bluecaps.

Conselho de amigo: baixem o anime. Se você quer fugir dos atuais desenhos da Marvel, como o Homem-Aranha com pinta da Marilyn Monroe
ou os Infanto-Vingadores, esse desenho é um oásis: violência, trama excelente e ótimo traço.




segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

É de babar na camisa!

Saudosista convicto das desventuras 16-BITísticas,confesso que há tempos já não ando lá muito antenado nas modernosidades do mundo dos videogames,praticamente desconhecendo X-boxes e outras maravilhas tecnológicas que costumam fazer a felicidade dos mais ensandescidos gamers. Entretando,há certos jogos dessa geração que, só numa rápida vista em seus teasers,me deixam louco. Como não pirar com Dead space,God of war, ou mesmo com a versão - meio cartoon,meio 3D - do clássico Street fighter,lançada em 2009 e que já está na edição Super

Nessa mesma levada,os caras Capcom lançarão no próximo dia 15 de fevereiro Marvel vs. Capcom 3 : Fate of two worlds, jogo que mais uma vez confronta as principais estrelas das duas fabricantes de ícones. Serão 34 lutadores quebrando o pau espetaculosamente! Nos vídeos abaixo,dois dos meus personagens favoritos, dentro de cada universo, mostrando como é que se faz :



Me diga você,nerd liso,se não dá vontade de assaltar aquela joalheiria da esquina, só pra bancar um  PC que dê conta da tecnologia desses jogos? Foda!

Agora vai! Novo uniforme do Homem-Aranha nos cinemas!



E finalmente saiu a primeira foto de Andrew Garfield(Rede social) com o uniforme do amigo da vizinhança!


Clique na imagem para ampliar



Uma coisa a dizer: Put a Keep Are You! Dessa vez vai! E pra melhorar, reparem nos pulsos, ou melhor, vou ampliar pra vocês seus preguiçosos:


Fuck yeah! Lançadores de teias! Depois dessa foto devo dizer que as minhas espectativas para este reboot aumentaram bastante, talvez um filme mais fiel aos quadrinhos com um homem-aranha na escola ainda, mais maroto, homem-aranha de base...

O filme tem estreia prevista para 13 de julho de 2012 e será 3-D.

Sobre séries

Resolvi falar de 2 séries bem diferentes mas que valem a pena dar uma conferida:

A primeira é uma que ja acabou, então nada de ficar se descabelando para assistir um capítulo por semana(como a próxima recomendação...)

Arrested Development(Na globo, Caindo na Real)
É uma série de comédia, rodada no estilo Mockumentary(um falso documentário), conta a história de michael bluth(Jason Bateman) no qual o pai george Bluth(Jeffrey Tambor) foi preso por fraude nas empresas Bluth e acaba tendo que cuidar de sua família falida, tendo que morar com eles em uma das casas modelo que só servem de mostruário, além é claro, de dirigir o último carro que restou para a família.


Com um humor nonsense e debochado, durou apenas 3 temporadas(de 2 de novembro de 2003 a 10 de dezembro de 2006), mas que são o suficiente para garantir algumas dores de barriga de tanto rir, "Eu quis fazer uma série sobre pessoas que não se transformaram em seres humanos",diz o produtor executivo Mitch Hurwitz ("The Ellen Show"). Vencedora de 6 Emmys a série revelou talentos como Michael Cera(Juno, Scott Pilgrim). Não sei se ainda passa na tv mas é bastante fácil de encontrar por ai...Nas locadoras, claro.

Californication


Quem diria que david duchovny iria conseguir se libertar do eterno Fox mulder de Arquivo X, em Californication ele vira Hank moody, um escritor porra louca que pega todas em Los Angeles mas que se esforça para conseguir criar sua filha(Madeleine martin) e reconquistar sua ex-namorada, Karen(Natascha McElhone). A trama é completamente regada a sexo, dôrgas e Rock'n roll, com peitinhos aparecendo toda hora e etc(quer mais motivo pra assistir?).



Californication atualmente está nos primeiros capítulos da quarta temporada e ja tem a quinta confirmada! Atualmente ela é transmitida nos EUA pelo Showtime, no Brasil ela passa no SBT nas madrugas(tem até palavrão na dublagem rapá!) e no Warner chanel.

Semana que vem tem mais!

sábado, 15 de janeiro de 2011

Quadrinauta #2 - Justiceiro e o sonho do DCnauta

Salve, salve camaradas

Vamos de uma das dobradinhas mais celebradas da década: Garth Ennis e Frank Castle. Em sua longa passagem pelas hqs do Justiceiro, o irlandês maluco fez de tudo, de histórias mais sérias, como o arco Escravistas pelo selo Max, a tramas mais insanas, como o quebra com Wolverine e uma gangue de anões mafiosos.
Hoje, falaremos sobre o especial Justiceiro Massacra o Universo Marvel. Em breve, vamos falar mais das outras histórias do velho Castle pelos selos Max e Marvel Knights.
Essa edição, originalmente lançada em 1995, é o sonho de todo fã da DC: super-heróis Marvel sendo assassinados a torto e a direito.
Nessa história, a família Castle é morta em um confronto entre os Vingadores, X-Men, Skrulls e a Ninhada no Central Park. Quando chega ao parque e dá de cara com a família morta, Frank executa Ciclope e quase é morto pelo Wolverine.
Depois de ser preso, Castle é resgatado por uma organização formada por pessoas que tiveram suas vidas destruídas por superseres.O Justiceiro canaliza sua fúria contra superseres e começa a caçar heróis e vilões.Apesar de ter algumas cenas bem forçadas (como o quebra com o Doutor Destino) a história é bem legal.Também é bom ver Castle metralhando o Rei do Crime, acabando aquela história do "se odeiam mas nunca se matam".Não espere pelas tradicionais doses de humor negro e piadas infames. O texto de Ennis está mais sério, o que é estranho. Como Garth não gosta de super-heróis, eu esperava doses maciças de escatologia. Talvez por este ser um dos primeiros trabalhos do irlandês na Casa das Ideias, ele tenha se contido.
Mas tem uma sacada genial, os diálogos das cenas em que o Homem-Aranha enfrenta o Venom e os mutantes se encontram na lua são recheados de clichês e foi uma forma sutil de ironizar os canastrônicos discursos dos heróis.

Quanto a arte, o traço de Doug Braithwaite é competente. Claro que não chega nem perto dos trabalhos atuais do artista (é só ver a minissérie Justiça para ver o quanto ele melhorou). Os desenhos lembram aquelas hqs do início dos anos 90, principalmente os primeiros trabalhos do Silvestri e dos irmãos Kubert.
A capa é do Steve Dillon, velho parceiro de Ennis. Ilustração simples, sem o clichê de vários heróis mortos e coisa e tal. Um ponto positivo foi a incrementada que a Pandora deu na capa (fundo preto com um caveira). A versão original você confere aqui embaixo:Justiceiro Massacra o Universo Marvel foi lançada em 2001 pela Pandora Books.

O Ministério Psicocada adverte ler quadrinhos faz bem para os miolos!!
Até a próxima, camaradinhas...

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Abandonware #3 - Alienstorm


E o intento inicial dos colegas de blogue continua!

Dia desses eu tava tirando a poeira do meu velho Mega Drive,e relembrando os bons momentos de infância e pré-adolescência,quando travava embate ferozes em jogos que fariam os gamers da atualidade chorar.

Sou do tempo em que a disputa entre Super Nintendo e Mega Drive rendia brigas feias na escola, tanto que o primeiro e único soco que - até agora - desferi em alguém foi por conta de um moleque chato,que me torrava o saco na 3ª série, dizendo que o Sonic era um cocô mole, se comparado com o magnânimo Super Mario Bros. . Convenhamos que foi merecido,né? Nem sei o pq dele até hoje não olhar pra minha cara,he,he,he,he,...!

Era uma época romântica, de jogos com uma dinâmica muito mais simplificada, mas nem por isso desinteressantes, e de revistas especializadas,como a 'Ação Games' e 'Gamepower', que costumavam inflamar as discussões entre os gamemaníacos mais xiitas sobre qual era a melhor versão caseira de Street Fighter 'II, ou se a Sega vendia mais videogames que a Nintendo. São lembranças de um tempo que a cada ano que passa vai se tornando mais remoto nas mentes dos quase trintões,como eu, e que muitos - coitados - da geração 'jogo em rede trancafiado no quarto' sequer fazem idéia do quanto era divertido. Jogar em locadoras lotadas de moleques da sua idade,ou com os vizinhos enchendo a sala de sua casa por conta de campeonatos que iam até o raiar do outro dia, era tão interativo quanto soltar pipa e jogar uma pelada no campinho de terra batida do bairro,nos permitia uma contato com o mundo com tudo aquilo que se tem direito.

Desabafos nostálgicos à parte, me veio também à memória Alienstorm,um joguinho que não é dos mais difíceis,mas que me divertia pra caramba nos inúmeros sábados em que,quando não estava de férias da escola, me era permitido jogar.

Logo 'pedra-de-responsa-surrealista' do jogo.
Já vou adiantando que - pra variar - o enredo do jogo é de uma 'riqueza' sem precedentes: estamos num futuro não muito distante,em que o nosso planetinha é invadido por uma horda de aliens transmorfos, que gostam de se alimentar de seres humanos e, nas horas vagas, tocar o terror na população local, só pelo prazer de ouvirem os gritos desesperados de mulheres e crianças indefesas. Pra combater essa terrível ameaça do espaço sideral, destacam-se três personagens,que munidos de bombas,lança-chamas e outras armas  ultra-avançadas, detonam os feiosos alienígenas,garantindo a perpetuação da 'benígna' raça humana por mais alguns ciclos.

Passa fogo nessa cambada,mulé!!
Originário dos fliperamas da Sega,como a maioria dos clássicos do console na primeira metade dos anos 90, o jogo segue em quase tudo o esquema consagrado na série Golden Axe, onde você escolhe entre um machão com cara de Elvis Presley conservado em criogenia, uma dama fatal de amarelo e um robô esquisitão com chicote elétrico,e sai a percorrer cenários em side-scrolling,detonando toda criatura hostil que cruzar o seu caminho. Os gráficos até que são interessantes pra época,mas o fundo musical - com a exceção dessa música e dessa aqui, bem sci-fi oitentista - destoa em alguns momentos críticos do jogo,quebrando um pouco do clima apocalíptico proposto pela estória do game. Os trechos das fases que ocorrem em primeira pessoa e os de 'corrida maluca' são de longe os mais empolgantes já feitos para um videogame daquela geração. Só pra ter uma idéia do bicho,dá uma olhada na primeira missão:


Ficou interessado,né? Baixa um emulador,estúpido,e vai atrás de Alienstorm,agora!

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Quadrinauta #1 - Admirável Demônio Novo




Salve, salve Camaradinhas!!
Inicio o post de hoje com o meu tema favorito: Quadrinhos. A obra escolhida é o arco Diabo da Guarda do Demolidor.

Por que escolhi essa série?
Não só pela história fantástica, mas pela sua importância na parte editorial da Marvel. Recentemente, a Marvel anunciou que Axel Alonso será o novo editor-chefe da editora, pondo fim a controversa era Joe Quesada (que ainda continua sendo o fodão da Casa das ideias, ocupando o cargo de diretor criativo). Diabo da Guarda foi o primeiro passo para a ascensão de Quesada rumo ao comando da Marvel. Foi a partir dessa reformulação do Demolidor (que já vinha a um bom tempo sofrendo com roteiros medíocres) que surgiu o selo Marvel Knights.
Marvel Knights, voltado para tramas mais maduras, representou um bom sopro criativo na Marvel, que na época estava com os dois pés na falência. Algumas obras alcançaram boa aprovação do público e crítica como o reformulado Justiceiro de Garth Ennis e Steve Dillon (mesma dupla criativa de Preacher), Capitão América de John Ney Rieber e do excelente John Cassaday e Quarteto Fantástico 1 2 3 4 de Grant Morrison e Jae Lee. O sucesso do selo e as boas vendas catapultaram Quesada à editoria-chefe da Marvel, cargo que ocupou por cerca de dez anos.


Nos anos 80, Frank Miller tirou o Demolidor do time dos heróis B e o tornou um dos melhores personagens da década. Após sua saída, no aclamado arco A Queda de Murdock, o homem sem medo oscilou entre hqs boas e medianas. No final dos anos 90, quando a maioria dos títulos da Marvel estava em péssima fase, o Demolidor também entrou no rolo com histórias que nem de longe lembravam as tramas clássicas. Depois disso, restava apenas o cancelamento.
Tudo começou a mudar quando o cineasta Kevin Smith se uniu ao já citado Quesada e ao arte-finalista Jimmy Palmiotti para reformular o Homem sem Medo.


















Smith, além de criar uma história envolvente, escreve
diálogos muito bons. É só conferir a conversa entre Demolidor e a Víuva Negra na segunda parte. Também destaco uma cena em que o Doutor Estranho invoca o Mephisto. As falas do demônio para o herói são de arrepiar. Sobre a arte, Quesada e Palmiotti mandam muito bem. Os desenhos complementam bem o texto, sem querer se destacar mais do que o roteiro. As cenas de ação estão bem detalhadas, assim como os enquadramentos e os closes. Destaco os belos desenhos da Viúva Negra.

A trama foca em algo não muito explorado por roteiristas: a religião.
Matt está se confessando para um padre quando ouve os batimentos cardíacos de uma garota em fuga com seu filho. Demolidor consegue impedir os perseguidores, mas não encontra a moça. Inesperadamente, a adolescente reaparece e entrega seu bebê a Murdock, dizendo que ele é o novo messias. Em seguida, o líder de uma organização alega que a criança é o anti-cristo e que teria poder para destruir a vida de seu guardião. Após isso, a vida do Demolidor entra em colapso, sua namorada Karen Page descobre que é aidética e o amigo Foggy Nelson é preso. Matt tem um dilema: matar a criança ou salvá-la.


Não dá pra detalhar mais a trama, pois corro risco de soltar os indesejáveis spoilers. O q
ue dá pra adiantar é que a identidade do vilão por trás de tudo é bastante surpreendente. O curioso é que a trama é tão bem amarrada que, quando você reler a história, vai achar algumas pistas que apontavam para o vilão. Kevin usa vários elementos clássicos das aventuras do Demolidor. Além de Karen Page e Foggy Nelson, também há participações da antiga paixão Viúva Negra, do Homem-Aranha e da irmã Maggie, a mãe do herói. Quem também dá as caras é o arqui-inimigo Mercenário. O confonto dos dois é intenso e termina de forma trágica, com a morte de Karen.

É uma história recomendada tanto para leitores veteranos e também par
a os novatos. Diabo da Guarda foi publicada nas edições 1 a 6 de Marvel 2000 da Editora Abril e foi republicada em um encadernado pela Panini.
A versão da Abril, apesar do formatinho, tem uma tradução melhor, com um texto mais forte e algumas vezes mais irônico.

A edição da Panini é caprichada, possui formato americano, papel especial e tem como bônus as capas originais e uma história curta desenhada por vários artistas.

Se encontrá-la perdida em algum sebo, seja a versão da Abril ou a da Panini, compre sem medo.

Por enquanto é só. Continuem lendo quadrinhos!!!
Valeu e até a próxima, Camaradinhas...

domingo, 9 de janeiro de 2011

O melhor filme brasileiro de todos os tempos!!!


Salve, salve camaradas
Garimpando no Youtube, achei cenas dessa pérola do cinema nacional. Vamos entupir a caixa de emails da Globo para que eles voltem a passar este clássico na sessão da tarde!




Que Capitão Nascimento, que nada. O inspetor Faustão é o cara!!!!

Cineminha rasteiro #0 : Tron – O legado

Bombardeado por críticas das mais ácidas sobre o filme,confesso que cheguei à sala de cinema sem muitas expectativas quanto ao tal legado do clássico oitentista, que a mesma Disney de High school musical – Aaaarrrgh! – produziu. Mas passada a projeção,fiquei tão vidrado que não pensava em outra coisa que não fosse baixar o primeiro Tron pra reassisti-lo,depois de séculos da experiência de infância.


Lógico que o que de imediato me saltou aos sentidos foi a IMPECÁVEL trilha sonora arranjada pelo Daft Punk,que aderiu com perfeição à outro ponto alto do filme,o nostálgico clima de ficção científica dos anos 80,bem captado pelo Diretor Joseph Kosinski (???). Me surpreenderam também a atuação de Jeff Bridges (Kevin Flynn),muito sóbrio num papel que facilmente se tornaria histriônico em outras mãos, e o roteiro amarradinho,que em boa medida ofuscou o batido ‘reencontro entre pai e filho depois de anos afastados’, clichê-mor de 10 em cada 9  blockbusters estadunidenses. E , apesar da versão rejuvenescida de Bridges, que nos mostra o quão longe do ideal ainda está a técnica de reprodução virtual de atores de carne e osso, a qualidade dos efeitos especiais dispensa comentários,não merecendo maior destaque por ser algo corriqueiro do cinema hollywodiano na atualidade.


E o ponto negativo? O sofrível Garrett Hedlund, que interpretando o protagonista Sam Flynn,mais parecia um desses tipos que se ‘formam’ na famigerada Malhação pra mais tarde liderar uma novela das oito. Ainda bem que Olivia Wilde,como a linda e lépida Quorra, ajudou de fato,desviando com graça as atenções da ruindade em estado bruto que é o tal sujeitinho.


No geral,é o tipo de filme que vale o ingresso e diverte bastante. Pros que ficaram com vontade de ver, aí vai o trailer :


P.s. : Pra mim,o momento marcante do filme é a entrada do Sam Flynn na antiga loja de eletrônicos do pai, quando ele ativa a energia do local e inúmeros fliperamas ligam ao mesmo tempo, fazendo aqueles barulhinhos característicos. Ao fundo,uma música foda: Separate ways (worlds apart), do Journey. Demais!!